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segunda-feira, 9 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Estou “following” a ...?
Nessa era digital eu também não quis ficar de fora, criei o meu twitter: @alanjabor sigam lá.
O único detalhe que você irá logo perceber, é que até agora, mesmo já tendo vários meses o perfil criado, não escrevi nada, nem mesmo “retuitei” algum recado ou notícia recebido. Ainda não disse uma palavra aos meus seguidores.
Não gosto de escrever? Pelo contrário, adoro. Falta de tempo? Digamos que não foi apenas isso.
Então por quê?
A não ser que você não se preocupe com o testemunho que quer dar, é uma responsabilidade enorme ter alguém te seguindo, sabendo o que anda fazendo e também o que deixa de fazer.
Porém, não nos esqueçamos que antes mesmo das redes sociais e micro blogs existirem, digamos que já tínhamos vários contatos ou seguidores acompanhando o nosso perfil:
“...porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens.”
1ª Coríntios 4:9
“Já sei, então é só eu escrever mentiras, ai todos irão pensar que sou o menino exemplar!”
Será que até virtualmente você vai querer se passar por algo que você não é? Pensa que está enganando quem com esse perfil “fake”?
A idéia não é agora fazer você se calar diante os 140 caracteres disponíveis, mas sim antes de ficar mandando twitters e mais twitters aos seus seguidores, decida seguir primeiramente @jesuscristo. Espera aí, não vá procurar esse perfil falso que certamente deve existir por ai, eu falo de você seguir a Jesus não de maneira virtual, mas de forma real e verdadeira, pois Ele é o único que nos deu o maior exemplo e quem de fato devemos seguir.
O mundo nos observa a todo momento, pois somos denominados cristãos, ou seja, seguidores de Cristo, portanto devemos representar e testemunhar Dele a todo momento.
“Já sei, o que vou fazer, que tal através do meu perfil, “retuitar” aquilo que Ele disse em sua Palavra?”
Sim, boa idéia, mas não só isso, testemunhe principalmente com a sua própria vida, pois o exemplo sempre fala mais alto:
"Pregue a todo momento, se necessário use as palavras"
Respondendo a pergunta do título: Estou “following” a ...?
R.: Estou seguindo a Jesus Cristo; Deste caminho eu não desisto... (Hinário Adventista nº 474)
Feliz Páscoa!
terça-feira, 19 de abril de 2011
Por que tudo isso, Senhor?
Diante da covardia e brutalidade desse jovem que assassinou 12 alunos da Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, surgem argumentos, discursos e questionamentos contundentes a respeito da violência, insanidade, segurança pública e até do posicionamento divino diante da tragédia.
E é sobre o “posicionamento” de Deus que quero, rapidamente, discorrer. Sempre haverá um cético para jogar na face de um cristão esse aparente silêncio ou “descaso” do Criador em relação às Suas criaturas. Onde estava Deus? Por que Ele permitiu isso ou aquilo? Cadê o poder? Deus desistiu desse planeta? Ou não existe?
Não é minha intenção encher este espaço de argumentos teológicos a respeito do assunto ou colocar-me como defensor de Deus. Afinal de contas Ele não precisa de minha defesa e eu não saberia como fazer isso com eficiência.
A Bíblia, no entanto, é muito clara ao afirmar que estamos envolvidos dentro de um conflito cósmico entre o bem e o mal. Deus x Satanás. A disputa é pela mente e o futuro eterno do ser humano. Usando a estratégia do engano e da mentira, usurpou do primeiro casal o domínio deste Planeta. Porém, no principal embate, no Gólgota, o Criador o derrotou com as armas do amor estendidas sobre o madeiro da cruz. Pagou com o próprio sangue o resgate do mundo seqüestrado. O homem não mais precisaria morrer eternamente. A dívida estava quitada. O caráter do inimigo amplamente revelado ao Universo.
Porém, dentro do cronograma divino do tempo (que não O limita), aguarda-se o desfecho do grande conflito. Para breve. Enquanto isso, o inimigo do bem (covarde como é), impossibilitado de atingir a quem mais odeia, ataca impiedosamente às criaturas mais caras ao coração do Criador. Usa diferentes situações para causar dor, sofrimento, tragédia e revolta. Inclusive, intencionalmente, jogar a humanidade contra Deus.
Deus, meu querido internauta, não está alheio a tudo isso. Não retira Sua proteção. Não é e nunca foi o causador do mal. Por vezes, em sua sabedoria e onisciência, permite algumas tragédias e sofrimentos que são inexplicáveis ou incompreensíveis para nossa mente humana. São os “porquês” sem resposta ou explicações plausíveis. Por enquanto, apenas. Um dia compreenderemos e aceitaremos tudo plenamente.
Quando Jesus agonizava no Getsêmani e depois na cruz, o Pai acompanhava com atenção e sofrimento o Filho amado. Saiba disso: quando a mais humilde das criaturas de Deus é afetada pela dor há o imediato interesse do Céu em prestar auxílio. É certo que nessa última etapa do conflito cósmico Ele não prometeu nenhum mar de rosas. “No mundo passais por aflição, mas tende bom ânimo…” (João 16:33). Empenhou, por isso, a própria palavra de que estaria ao nosso lado, “todos os dias, até o fim” (Mateus 28:20).
Somente quem passa pelo vale da aflição e da sombra da morte, sabe mensurar exatamente o tamanho da dor e da tragédia. José Pereira, autor do livro “Por que, Senhor?” (Casa Publicadora Brasileira), conversava com alguém sobre esses questionamentos e os porquês do sofrimento. Pereira contou que só foi entender plenamente o amor de Deus quando se tornou pai. O interlocutor, porém, o surpreendeu com as seguintes palavras: “Eu compreendi melhor o amor de Deus quando perdi minha filha”. A menina, de 10 anos, fora vítima de afogamento.
Tudo o que estou escrevendo pode parecer irreal, inaceitável, incompreensível ou simplista demais para você. Creia, porém. Mesmo que você não possa ver nada a frente. Mesmo que você não possa entender, creia. “Sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo…” (Romanos 5:3-5).
E, para encerrar, a garantia do que Paulo, um grande sofredor, deixou escrito em I Coríntios 10:13, “não vos sobreveio tentação [ou provação]que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados [provados] além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação [provação], vos proverá livramento, de sorte a possais suportar”.
sábado, 16 de abril de 2011
Necessitamos desse tipo de jovem
“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.
Mas um caráter tal não é obra do acaso; nem se deve a favores e concessões especiais da Providência. Um caráter nobre é o resultado da disciplina própria, da sujeição da natureza inferior pela superior – a renúncia do eu para o serviço de amor a Deus e ao homem. ” Educação, pág. 57
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Vida
“Deus é a fonte de vida, luz e felicidade para todo o Universo. Como raios de luz de Sol, como correntes de água irrompendo de fonte viva, assim dEle dimanam bênçãos para todas as Suas criaturas. E onde quer que a vida de Deus se encontre no coração dos homens, derramar-se-á em amor e bênçãos aos outros.
A alegria de nosso Salvador estava no reerguimento e redenção dos homens caídos. Para isso fazer, não teve por preciosa a própria vida, mas suportou a cruz, desprezando a afronta. Assim também os anjos estão sempre empenhados em trabalhar pela felicidade dos outros. Esta é sua alegria. Aquilo que corações egoístas considerariam como serviço humilhante – ajudar aos desgraçados que em todos os sentidos lhes são inferiores no caráter e na posição – é a obra dos anjos imaculados. O espírito do abnegado amor de Cristo é o espírito que domina no Céu, e é a própria essência de suas delícias. É este o espírito que os seguidores de Cristo hão de possuir e a obra que hão de fazer….
A vida do Salvador no mundo não foi uma vida de comodidade e dedicação ao próprio eu; ao contrário, labutava com esforço persistente, fervoroso e incansável pela salvação da humanidade perdida. Desde a manjedoura até o Calvário trilhou a senda da abnegação, não procurando eximir-Se a tarefas árduas, penosas viagens e exaustivos cuidados e labores. Disse Ele: “O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a Sua vida em resgate de muitos.” Mat. 20:28. Era este o único e grande objetivo de Sua vida. Tudo mais era secundário e subalterno. Sua comida e bebida consistia em fazer a vontade de Deus e consumar a Sua obra. O próprio eu e o interesse próprio não tinham parte alguma em Seu trabalho.”
A alegria de nosso Salvador estava no reerguimento e redenção dos homens caídos. Para isso fazer, não teve por preciosa a própria vida, mas suportou a cruz, desprezando a afronta. Assim também os anjos estão sempre empenhados em trabalhar pela felicidade dos outros. Esta é sua alegria. Aquilo que corações egoístas considerariam como serviço humilhante – ajudar aos desgraçados que em todos os sentidos lhes são inferiores no caráter e na posição – é a obra dos anjos imaculados. O espírito do abnegado amor de Cristo é o espírito que domina no Céu, e é a própria essência de suas delícias. É este o espírito que os seguidores de Cristo hão de possuir e a obra que hão de fazer….
A vida do Salvador no mundo não foi uma vida de comodidade e dedicação ao próprio eu; ao contrário, labutava com esforço persistente, fervoroso e incansável pela salvação da humanidade perdida. Desde a manjedoura até o Calvário trilhou a senda da abnegação, não procurando eximir-Se a tarefas árduas, penosas viagens e exaustivos cuidados e labores. Disse Ele: “O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a Sua vida em resgate de muitos.” Mat. 20:28. Era este o único e grande objetivo de Sua vida. Tudo mais era secundário e subalterno. Sua comida e bebida consistia em fazer a vontade de Deus e consumar a Sua obra. O próprio eu e o interesse próprio não tinham parte alguma em Seu trabalho.”
Caminho a Cristo, págs. 77 e 78
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