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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

Segundo estudo do sociólogo Anthony Paik, da Universidade de Iowa, casais que esperam o relacionamento ficar mais sério para iniciar a vida sexual desenvolvem relação de maior qualidade. Paik entrevistou 642 adultos e investigou a qualidade de seus relacionamentos. Fez perguntas como: Qual o nível de intimidade? Planos para o futuro? Quanto ama o parceiro? Como seria a vida sem o parceiro? Também perguntou em que estágio do relacionamento tiveram a primeira relação sexual. Aqueles que esperaram até a relação ficar mais séria foram os que reportaram os maiores níveis de satisfação. Pela interpretação que Paik dá aos resultados de sua pesquisa, parece que ele não entendeu direito algo bem simples: as pessoas querem compromisso e vínculo amoroso. Ninguém gosta de se sentir usado (na verdade, o sexo casual e a iniciação sexual precoce têm levado muitos jovens à depressão e à baixa autoestima). E em que contexto é possível desenvolver relação séria, de compromisso, doação e amor? No casamento, evidentemente. Portanto, a equação é bem simples: casamento abençoado + vida sexual sadia = satisfação e qualidade de vida. O que foge disso sempre traz consequências indesejáveis. Para o criacionista bíblico, o casamento é uma das duas instituições sagradas criadas no Jardim do Éden.[MB]

FONTE

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Pais influenciam comportamento sexual das filhas

“Quando se trata de garotas e suas decisões sexuais, a influência paterna realmente é importante”, afirma o escritor Bruce J. Ellis, da Universidade do Arizona, em uma publicação universitária. Ellis e outros pesquisadores analisaram 59 pares de irmãs em famílias onde os pais se separaram e o pai foi embora de casa e 42 pares de irmãs de famílias onde os pais continuavam juntos. Os pesquisadores descobriram que meninas que viveram em ambiente com pais com boas habilidades paternas eram menos propensas a desenvolver um comportamento sexual arriscado. Enquanto que as meninas que viveram com pais com pouca habilidade mostravam um comportamento sexual mais arriscado. “Descobrimos que não importava o quanto cada filha tinha vivido ao lado do pai, e sim o que o pai fazia enquanto estava presente”, afirma Ellis.

O estudo observou ainda que no caso das irmãs de pais divorciados, a mais velha passava uma média de sete anos a mais vivendo com o pai do que a irmã mais nova.

Comportamento sexual de risco inclui fazer sexo sem camisinha, ter vários parceiros sexuais, fazer sexo enquanto estava alcoolizada ou drogada e ficar grávida antes dos 19 anos.

(Delas Filhos)

Nota: É lamentável ver tanta gente se tornando pai/mãe sem a compreensão da real responsabilidade da paternidade. Não é justo, por um simples capricho (ou descuido) dos genitores, serem trazidas ao mundo pessoas que terão que viver num lar (quando o têm) sem estrutura, com pais incapazes de assumir seus deveres. Para ser pai/mãe, as pessoas deveriam, no mínimo, estudar um pouco sobre o assunto. Há bons livros sobre condução da família e educação de filhos, e eu recomendo pelo menos dois: O Lar Adventista e Orientação da Criança, ambos de Ellen White.[MB]

FONTE