quarta-feira, 18 de maio de 2011
Encontraram a arca da aliança?
quarta-feira, 20 de abril de 2011
A devassidão virou piada no país do carnaval
terça-feira, 29 de março de 2011
Quando os seres humanos tremem
| LEITURAS DE VEJA Quando os seres humanos tremem Por Michelson Borges em 29/3/2011 | |
| "A revista Veja da semana passada (que destacou o maior terremoto ocorrido na história do Japão) traz um artigo de Mario Sabino intitulado "Quando Deus tremeu". Logo abaixo do título, há o seguinte olho: Que sentido há em se discutir ética, segurança, direitos humanos ou fraternidade num mundo regido pelas inexoráveis leis da biologia darwinista? Que sentido há em perder tempo com esse papo humanista se, no fim das contas, vamos todos desaparecer? Queremos adiar (ou não pensar) no inevitável, ou apenas garantir uma vida mais confortável enquanto aguardamos o fim?" [Leia Mais] | |
quinta-feira, 3 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Forma & Significado
Recebi como presente de dia do pastor e do meu aniversário (que são muito próximos) um livro de um dos membros da minha Igreja. Trata-se do livro 'Os Dez Mandamentos' da Dra. Laura Schlessinger e co-autoria do Rabi Stewart Vogel.
Está sendo um livro muito interessante, apesar de ainda estar no início do mesmo. Quero reproduzir aqui uma citação que considero importante e deixá-la no ar para reflexão:
"Preocupo-me com pessoas que se deixam absorver de tal maneira pela forma do ritual que deixam de viver aquilo que o ritual significa. O significado subjacente ao ritual é a aspiração à virtude, à imagem de Deus, não à perfeição, porque Ele conhece muito bem nossas imperfeições humanas, ou o mau uso ocasional, acidental ou não intencional do livre-arbítrio"
Assino em baixo
Shalom
André
terça-feira, 1 de junho de 2010
A verdadeira conduta cristã
“E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai.” Colossenses 3:17quarta-feira, 3 de março de 2010
Reunidos fragmentos de texto bíblico separados há séculos

Texto reconstituído permite acompanhar evolução do relato bíblico do Êxodo ao longo dos milênios.
JERUSALÉM - Duas partes de um antigo manuscrito bíblico, separadas por séculos, foram reunidas pela primeira vez numa mostra conjunta nesta sexta-feira, 26, graças a uma descoberta acidental que está ajudando a iluminar um período obscuro na história da Bíblia hebraica.
Muralha do tempo de Salomão descoberta em Jerusalém
Arqueólogo diz ter encontrado o mais antigo texto hebraico
Os fragmentos, de 1.300 anos, que são alguns dos poucos manuscritos bíblicos hebraicos que sobreviveram à era em que foram escritos, existiram separadamente e com sua relação mútua ignorada até que uma fotografia de um, publicada em sua primeira exibição pública em Israel, chamou a atenção dos estudiosos que acabaram por ligá-los.
Juntos, compõem o Segundo Cântico do Mar, cantado pelos israelitas após a fuga do Egito, enquanto assistiam à destruição dos exércitos do faraó no Mar Vermelho.
Uma mostra no museu nacional de Israel, dedicada ao Cântico do Mar, agora está unindo as duas peças.
Uma página do cântico conhecido como o Manuscrito Ashkar estava abrigada numa biblioteca de livros raros na universidade Duke, nos EUA, e foi exibida pela primeira vez em Israel em 2007.
Foi nessa oportunidade que a fotografia do manuscrito apareceu em um jornal e chamou a atenção de dois paleógrafos israelenses, Mordechay Mishor e Edna Engel, que notaram a semelhança com uma outra página em hebraico, o Manuscrito de Londres, que é parte de uma coleção particular.
"A uniformidade das letras, a estrutura do texto e as técnicas usadas pelo escriba... ficou muito claro para mim", disse Engel.
A relação não seria óbvia para o observador leigo. O Ashkar está escurecido pela exposição aos elementos e o texto está praticamente invisível, enquanto o Londres é legível e se encontra muito melhor preservado.
Mas após estudos com raios ultravioletas, os especialistas confirmaram que os textos não só foram escritos pela mesma mão, mas eram parte de um mesmo rolo de pergaminho.
Estudiosos acreditam que o pergaminho foi escrito por volta do século sétimo, em alguma parte do Oriente Médio, possivelmente no Egito. Não se sabe como essas partes foram separadas, ou o que aconteceu com o restante do material escrito.
O museu em Israel providenciou para que o Londres fosse levado a Jerusalém. A nova mostra descreve como o Cântico do Mar foi composto por meio de vários manuscritos antigos, dos Manuscritos do Mar Morto, que têm 2.000 anos, até o chamado Códice de Alepo, escrito quase mil anos mais tarde.
A reunificação dos fragmentos é um elo importante na corrente, mostrando como a escrita da Bíblia hebraica evoluiu ao longo do chamado período "silencioso" - entre os séculos terceiro e décimo - do qual não resta praticamente nenhum texto bíblico.
O Cântico nos Manuscritos do Mar Morto está escrito como prosa, por exemplo, e no manuscrito reunido, em versos.
FONTE: Estadão
terça-feira, 7 de abril de 2009
TERREMOTO ABALA À ITÁLIA
Os danos ocorreram na maior parte do município. Pelo menos 10 mil imóveis foram danificados. Um albergue de estudantes e algumas igrejas históricas ruíram. Carros foram soterrados pelos escombros. “Eu acordei ouvindo um barulho que parecia uma bomba”, disse Angela Palumbo, de 87 anos, em uma rua de Áquila. “Conseguimos escapar com as coisas caindo em nosso redor. Tudo estava chacoalhando, os móveis caindo. Não lembro de ter visto nada parecido na vida.”
Em Áquila, há o registro da morte de quatro crianças, após o desabamento de uma casa. Uma idosa e outra criança morreram em Fossa, cidade próxima de Áquila, anunciou a TV local. Estão confirmadas também mortes em Castelnuovo, Poggio Picenze e em Tormintare. No lugarejo de Onna, dez pessoas morreram, segundo uma testemunha da Reuters.
A polícia não sabe dizer o número de desaparecidos, porém a extensão da destruição provocada pelo tremor leva a Defesa Civil local a estimar que o índice de mortos ainda pode crescer nas próximas horas.
Milhares de pessoas estão desabrigadas ou desalojadas nas regiões atingidas. Linhas de telefone e eletricidade foram danificadas e cortadas.
O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, cancelou sua viagem a Moscou e foi para Áquila. O governo italiano decretou estado de emergência na região de Abruzzo.
As informações sobre a força do tremor de cerca de 30 segundos, que ocorreu às 3h45 desta segunda (22h45 de domingo em Brasília), ainda são confusas. Enquanto parte das agências de notícias estima magnitude de 5,8 graus na escala Richter, outras fontes afirmam que o terremoto chegou a 6,7 graus na mesma escala.
O Centro Nacional de Informações de Terremotos dos Estados Unidos, por exemplo, informou que o terremoto atingiu 6,3 graus na escala aberta de momento, e teve epicentro a 95 km de Roma, a uma profundidade de 10 km, às 3h32 locais (22h13 de Brasília).
O diário italiano La Repubblica informa, na sua página na internet, que a magnitude do tremor foi de 6,7 graus, e o epicentro teria sido localizado em Arischia, entre as regiões de Lazio e Abruzzo.
O forte tremor foi sentido em Roma, onde muitos moradores assustados deixaram suas casas para buscar proteção nas ruas, com medo de possíveis desabamentos. Segundo a agência Efe, casas e prédios do centro histórico da capital italiana sofreram pequenos danos.
O último terremoto grave na Itália havia ocorrido em 1980, no sul do país, provocando a morte de 2.700 pessoas. (...)
(G1 Notícias)
Nota: “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares” (Mateus 24:7). São notícias tristes, mas apontam para o fim delas.[MB]
---------------------------------------------------------------------------------------
FONTE: Blog Criacionista Prof. Michelson Borges
quarta-feira, 1 de abril de 2009
DESCOBERTOS 6 km QUADRADOS DE FLORESTA CARBONÍFERA

O paleontólogo smithsoniano Bill DiMichele e os colegas Howard Falcon-Lang (Universidade de Bristol), John Nelson e Scott Elrick (Centro de Pesquisas Geológicas do Estado de Illinois), e Phil Ames (Peabody Coal Company) descobriram os restos de uma das florestas tropicais mais antigas do mundo, conservada no teto de uma mina de carvão a 76 metros abaixo da superfície. Sua descoberta foi publicada recentemente na revista Geology intitulada “Gradientes ecológicos dentro de uma floresta pantanosa da Pensilvânia”. A floresta tropical se estende por mais de quatro milhas quadradas no telhado de duas minas de carvão subterrâneas adjacentes na região oriental de Illinois. Essa pode ser a maior floresta fossilizada encontrada nos registros fósseis.
Uma floresta de árvores lycopsidas e árvores pteridófitas se desenvolveu uniformemente em toda a área, e um depósito de cavalinha, sementes de pteridófitas e cordaitaleans (sementes de plantas relacionadas às coníferas) preenchida sob e ao redor da árvore floresta lycopsida pteridófita, onde a terra estava seca. A floresta foi preservada quando um terremoto afundou alguns metros da área permitindo sua inundação por um rio adjacente, o qual afundou a vegetação e a enterrou em sedimentos. A inundação repentina no bloco submerso matou a floresta tropical. Lama e silte escorreram para a depressão, preservando toras e lenha em uma camada que acabou se tornando xisto.
Plantas fósseis são comuns em depósitos de carvão. O carvão é o resultado compactado do húmus vegetal. Estes são os restos de plantas extintas no período Carbonífero há 300 milhões de anos [sic], quando o mundo era coberto por uma vegetação verde e luxuriante. Illinois estava perto do Equador e era muito mais quente e úmido. Foi a era dos insetos, com diplópodes de 1,80m de comprimento e libélulas com envergadura de um metro de comprimento.
Samambaias gigantes teriam formado um dossel menor de 9 metros de altura. Apareciam através das pteridófitas lycopodiopsidas de 30 metros altura – pólos similares a aspargos onde brotavam coroas cheias de esporos. “O que é extraordinário sobre essa descoberta é que esta floresta foi preservada na sua posição vertical”, disse Falcon-Lang. “É uma floresta ereta com árvores ainda em pé.”

Base do tronco de uma árvore lycopsida foi enterrada enquanto ainda na vertical, como pode ser vista a partir de baixo. Uma placa metálica foi colocada para impedi-lo de cair e ferir os mineiros. O tronco projeta-se em cima do telhado de xisto. Essa tora teria sido “enraizada” na parte superior do depósito de carvão.
O principal autor do estudo, Bill DiMichele, disse que a extensão lateral dos fósseis lhe permitiu detectar mudanças sutis na diversidade de espécies enquanto pesquisava. Como a mineração continua, o tamanho dos fósseis expostos cresce de dia para dia. Atualmente, DiMichele está fazendo inventários de plantas antigas em outras duas minas ativas de Illinois, em Danville e Springfield, que ficam respectivamente acima e abaixo da Herrin e estão separadas geologicamente por uma cerca de meio milhão de anos [sic]. Onde outros botânicos fazem o trabalho caminhando por uma floresta, DiMichele usa elevadores para descer até as câmaras de mineração – para conseguir chegar abaixo da floresta. “Temos que caminhar sob ela e olhar para cima para observá-la”, disse ele. “É o ponto de vista da minhoca.”
(Smithsonian National Museum of Natural History)
Tradução: Thiago Juliani
Nota: A descoberta é realmente espantosa. Mas a explicação parece deixar um pouco a desejar. Um rio teria coberto a floresta com mais de 70 metros de sedimentos numa extensão de mais de seis quilômetros quadrados? Para uma preservação tão boa, a sedimentação teve que ser rápida e em grande escala. Uma simples inundação fluvial seria explicação para isso? A preservação sob inundação em larga escala e o fato de o tipo de vegetação (plantas gigantes e vastas florestas) ser diferente da encontrada atualmente sugere algo diferente para quem tem o modelo diluviano em mente.[MB]
--------------------------------------------------------------------
FONTE: Blog Michelson Borges